Há exatos 60anos atrás os primeiros combonianos chegavam à pequena cidade de Balsas, sul do Maranhão. No dia 12 de junho de 1952, às vésperas da festa do padroeiro da cidade, Santo Antônio, os primeiros missionários, filhos de Daniel Comboni, eram recebidos com rojões, entre aclamações e gritos de alegria. Aquela chegada, naquele dia, representou uma feliz coincidência, como que a simbolizara consagração de uma aliança esponsal com aquela comunidade eclesial. E, posteriormente, com toda a igreja – povo do Brasil. Hoje, profundamente mergulhados na cultura do provisório, do descartável e do transitório, os combonianos insistem em confirmar sua fidelidade e sua disposição em amar, zelar, cuidar de tantos homens e mulheres que têm visto nesses missionários um instrumento da compaixão e do amor do Pai. Em que pesem as normais fragilidades pessoais e institucionais, essas ‘bodas de diamante’ significam para os combonianos uma renovada disposição a servir, como outrora, ‘os mais abandonados e esquecidos desse mundo’. Não cabem nesses momentos autoelogios e auto-exaltação e sim, autênticas manifestações de agradecimentos que brotam do mais profundo do coração de quantos têm servido como missionários nessa terra.
Agradecimentos a todos aqueles combonianos vivos e atuantes, e aos ‘ressuscitados’ no Pai, que com sacrifício, abnegação e espírito de adaptação souberam conviver, animar e colaborar com comunidades eclesiais, famílias e grupos humanos defendendo e promovendo a plenitude do direito e da vida.
Agradecimentos a tantos homens e mulheres dessa terra nordestina e brasileira que têm acolhido, cuidado, protegido e amado mais de 300 combonianos que aqui passaram ao longo desses 60 anos. Pessoas tão humanas que têm sido para esses missionários verdadeiros pais, irmãs e irmãs, de verdade. Sabendo compreender e relevar, - sem julgar ou condenar, - suas formas de ser que nem sempre eram condizentes com o jeito e a cultura local.
Agradecimentos a todas aquelas famílias que com verdadeiro espírito de desprendimento e solidariedade não somente têm apoiado as escolhas e opções dos combonianos, mas colocaram seus bens, seu tempo, e ofereceram suas orações para apoiar e sustentar uma missão que tem sido bem maior que os próprios ‘enviados’.
Agradecimentos, enfim, ao Deus da vida, pois se algo os combonianos têm semeado ao longo desses60 anos foi a seiva divina do Espírito que fez germinar, crescer e frutificar fraternidade, esperança renovada e vontade de transformar.
Conselho Provincial Brasil Nordeste
terça-feira, 3 de julho de 2012
RECONCILIAÇÃO COM A CRIAÇÃO:A família comboniana e a missão socioambiental
Carta aberta à Família Comboniana
A promoção da Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental é uma dimensão essencial da Missão. Gradualmente, vamos tomando consciência da urgência particular da questão ecológica e da consequente necessidade de a incluir entre as nossas prioridades de acção apostólica .
A Terra, que recebemos como dom do Criador, Pai e Mãe da Humanidade, suscitou desde sempre o assombro reverencial e a admiração contemplativa do crente bíblico: “Senhor nosso Deus, como é grande o vosso Nome em toda a Terra!” (Salmo 8). Esta Terra que pisamos tornou-se duplamente sagrada quando a Palavra criadora veio habitar no seu seio (João 1,14). O Espírito das origens, de novo pairando sobre a Terra, mantém vivo nela o Sonho de Deus de “novos céus e nova Terra onde reinará a Justiça” (2 Pedro 3,12-13).
Em contraste com a extrema docilidade das criaturas, garantia da harmonia primordial (Baruc 3,32-35), hoje a Terra é ameaçada como nunca, objeto de ganância, manipulação e tirania, violentada e escravizada para servir interesses vis e mesquinhos. O grito dos pobres, que se levanta um pouco por todo o lado, é também o grito da Terra que reclama respeito e justiça.
Nós, missionários da Boa-Nova da Libertação (Lucas 4,14-21), levamos como primeiro dom a Paz: “A Paz esteja nesta casa!” (Lucas 10,5-6). Ora, a Paz não poderá reinar nesta “casa global” senão encontrar homens e mulheres que acolham as exigências da Justiça social e ambiental, garantia de fraternidade e equilíbrio ecológico. O desafio que a humanidade hoje enfrenta é enorme e de consequências incomensuráveis. Também da nossa resposta depende o triunfo da Vida sobre as forças obscuras da Morte.
Família Comboniana reunida no Rio
Nós, combonianos e combonianas vindos de três continentes, reunidos no Rio de Janeiro por ocasião da Conferência Rio+20 e da Cúpula dos Povos, que acompanhámos com interesse nos dias 20 a 25 de Junho de 2012, apesar do fracasso da conferência oficial, sentimos profundamente a presença de Deus na Criação inteira e nas lutas do povo em defesa da mesma.
Juntos refletimos e rezámos; escutámos e partilhámos a longa história que nos trouxe até aqui, passando pelos Fóruns Sociais Combonianos de Nairobi, de Belém e de Dakar, e pelas indicações dos nossos capítulos gerais, desde 1997 a 2009.
Deixámo-nos desafiar pelos grandes problemas socioambientais que se fazem sentir nas nossas províncias e nos nossos continentes. Não podemos responder a esses desafios e a esse cenário global de degradação sem pensar em mudanças no paradigma de civilização e sem mudar, com coragem e humildade, o nosso estilo de vida e a nossa própria organização.
Desafiados pelos grandes problemas socioambientais
Uma nova sensibilidade ambiental deve permear as nossas comunidades no que diz respeito aos seus modelos e hábitos de consumo, aos tipos de alimentação e à sua relação com os bens naturais.
A nossa educação popular e religiosa deve incluir na pastoral, liturgia e catequese o tema da reconciliação com a criação, procurando investir particularmente nos leigos.
Cabe a nós missionários resgatar e oferecer o alicerce bíblico, teológico e moral da preservação dos bens comuns e das várias formas de vida e a denúncia profética da mercantilização indiscriminada dos recursos do planeta e da própria Vida.
Necessidade de uma mudança estrutural
A estrutura comboniana precisa também de mudar, ao serviço de uma missão mais abrangente e eficaz. Por isso sentimos necessidade de:
- uma nova interação entre os secretariados gerais dos nossos Institutos, considerando a JPIC, para todos os efeitos, parte integrante do secretariado da evangelização;
- uma maior descentralização administrativa, a partir dos conselhos continentais como instrumento de assessoria dos secretariados e da direção geral;
- um maior envolvimento dos centros de reflexão teológica a nível continental, de modo a ajudarem a contextualizar e a aprofundar os nossos compromissos na promoção da Paz, Reconciliação, Justiça Ambiental e Social;
- uma consistente inclusão dos temas da promoção da Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental na formação de base e dos próprios formadores;
- uma maior interação a nível da Família Comboniana, nomeadamente na reflexão e preparação conjunta da nossa participação nos próximos Fórum Teológico e Fórum Social Mundial em março de 2013, em Tunes (Tunísia);
- uma manifesta disponibilidade das direções gerais dos nossos Institutos em apoiar o próximo Fórum Social Comboniano em março de 2013, na Tunísia.
Algumas propostas de animação
- Para que a promoção da Paz, Reconciliação, Justiça Social e Ambiental se afirme como dimensão essencial da missão comboniana, inspirando a nossa evangelização, a animação missionária, a formação de base e permanente e a economia, propomos uma campanha comum que nos oriente ao longo do próximo ano de 2013. Assim, o nosso próximo encontro em Tunes seria uma boa ocasião para o lançamento oficial dessa campanha.
- Os conflitos de terra e a grilagem (land grabbing) estão a agredir os territórios e os povos de forma violenta nas nossas circunscrições dos continentes africano e americano. Já recolhemos muitas informações e alguns documentos a respeito, contudo sentimos a necessidade de aprofundar ainda mais este tema, de estudá-lo de forma comparada entre as circunscrições combonianas e de organizar a advocacy dos combonianos/as atuantes na Europa e na América do Norte.
- Reforçamos também as iniciativas interprovinciais de pesquisa, denúncia e empoderamento das comunidades sobre o tema da mineração. Apoiamos a realização de encontros temáticos sobre este assunto entre as províncias e delegações mais afetadas por essa agressão.
- Recomendamos, enfim, atenção e estudo a respeito do grave problema da privatização da água e dos conflitos daí decorrentes, que afetam de modo global o mundo inteiro. Será um dos maiores desafios das próximas décadas, afetando diretamente a todos os povos, e em especial os mais pobres e os excluídos.
Com a certeza de que Comboni e a sua coragem profética nos confirmam nestes caminhos de promoção de Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental, queremos como Família Comboniana encontrar de novo as pessoas de fé e os movimentos sociais no Fórum Teológico e no Fórum Social Mundial de 2013.
Rio de Janeiro, 20-25 de Junho de 2012
Nome dos Participantes do FCIC e respetiva proveniência:
Ir. Antonio Soffientini (Brasil Nordeste – BNE)
P. Arturo Bonandi (Brasil Nordeste – BNE)
P. Claudio Bombieri (Brasil Nordeste – BNE)
P. Dario Bossi (Brasil Nordeste – BNE)
P. Domingos Sávio de Oliveira (Brasil Nordeste – BNE)
P. José Manuel Guerra Brites (Brasil Nordeste – BNE)
P. Juan Manuel Rodríguez Martín (Brasil Nordeste – BNE)
P. Justino Martínez Pérez (Brasil Nordeste – BNE)
P. Adriano Zerbini (Brasil do Sul - BS)
P. Alcides Costa (Brasil do Sul – BS)
P. Dunn Álvarez Henry Oswaldo (Brasil do Sul – BS)
P. Joaquín Manuel Sánchez Macías (Brasil do Sul – BS)
P. Martinho Lopes Moura (Brasil do Sul – BS)
P. Massimo Ramundo (Brasil do Sul – BS)
P. Robinson de Castro Cunha (Brasil do Sul – BS)
P. Jaime Roberto Dubón Chávez (Delegação da América Central – DCA)
P. Juan Armando Goicochea Calderón (Peru/Chile – PE)
P. John Michael Converset (Província Norte-americana –NAP)
P. José Manuel Baeza Gama (Província Norte-americana –NAP)
P. Daniele Moschetti (Sudão do Sul – SS)
P. Herivelto de Sousa Marques (Moçambique – MO)
P. Alessandro Zanotelli (Itália – I)
P. Arlindo Ferreira Pinto (Curia – Itália)
P. Fernando Zolli (Itália – I)
P. John Robert Anthony Clark (London Province – LP)
P. Josef Altenburger (Alemanha – DSP)
P. Robert Turyamureeba (Alemanha – DSP)
Irmã Olga Estela Sanchez (Brasil – SMC)
Irmã Loreta Dalla Stella (Brasil – SMC)
Irmã Caterina Ingelido (Brasil – SMC)
Sr. Danilo Chammas (Leigo do Brasil Nordeste – Justiça nos Trilhos)
Sr. Raffaello Zordan (Leigo da Itália – revista Nigrizia)
A promoção da Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental é uma dimensão essencial da Missão. Gradualmente, vamos tomando consciência da urgência particular da questão ecológica e da consequente necessidade de a incluir entre as nossas prioridades de acção apostólica .
A Terra, que recebemos como dom do Criador, Pai e Mãe da Humanidade, suscitou desde sempre o assombro reverencial e a admiração contemplativa do crente bíblico: “Senhor nosso Deus, como é grande o vosso Nome em toda a Terra!” (Salmo 8). Esta Terra que pisamos tornou-se duplamente sagrada quando a Palavra criadora veio habitar no seu seio (João 1,14). O Espírito das origens, de novo pairando sobre a Terra, mantém vivo nela o Sonho de Deus de “novos céus e nova Terra onde reinará a Justiça” (2 Pedro 3,12-13).
Em contraste com a extrema docilidade das criaturas, garantia da harmonia primordial (Baruc 3,32-35), hoje a Terra é ameaçada como nunca, objeto de ganância, manipulação e tirania, violentada e escravizada para servir interesses vis e mesquinhos. O grito dos pobres, que se levanta um pouco por todo o lado, é também o grito da Terra que reclama respeito e justiça.
Nós, missionários da Boa-Nova da Libertação (Lucas 4,14-21), levamos como primeiro dom a Paz: “A Paz esteja nesta casa!” (Lucas 10,5-6). Ora, a Paz não poderá reinar nesta “casa global” senão encontrar homens e mulheres que acolham as exigências da Justiça social e ambiental, garantia de fraternidade e equilíbrio ecológico. O desafio que a humanidade hoje enfrenta é enorme e de consequências incomensuráveis. Também da nossa resposta depende o triunfo da Vida sobre as forças obscuras da Morte.
Família Comboniana reunida no Rio
Nós, combonianos e combonianas vindos de três continentes, reunidos no Rio de Janeiro por ocasião da Conferência Rio+20 e da Cúpula dos Povos, que acompanhámos com interesse nos dias 20 a 25 de Junho de 2012, apesar do fracasso da conferência oficial, sentimos profundamente a presença de Deus na Criação inteira e nas lutas do povo em defesa da mesma.
Juntos refletimos e rezámos; escutámos e partilhámos a longa história que nos trouxe até aqui, passando pelos Fóruns Sociais Combonianos de Nairobi, de Belém e de Dakar, e pelas indicações dos nossos capítulos gerais, desde 1997 a 2009.
Deixámo-nos desafiar pelos grandes problemas socioambientais que se fazem sentir nas nossas províncias e nos nossos continentes. Não podemos responder a esses desafios e a esse cenário global de degradação sem pensar em mudanças no paradigma de civilização e sem mudar, com coragem e humildade, o nosso estilo de vida e a nossa própria organização.
Desafiados pelos grandes problemas socioambientais
Uma nova sensibilidade ambiental deve permear as nossas comunidades no que diz respeito aos seus modelos e hábitos de consumo, aos tipos de alimentação e à sua relação com os bens naturais.
A nossa educação popular e religiosa deve incluir na pastoral, liturgia e catequese o tema da reconciliação com a criação, procurando investir particularmente nos leigos.
Cabe a nós missionários resgatar e oferecer o alicerce bíblico, teológico e moral da preservação dos bens comuns e das várias formas de vida e a denúncia profética da mercantilização indiscriminada dos recursos do planeta e da própria Vida.
Necessidade de uma mudança estrutural
A estrutura comboniana precisa também de mudar, ao serviço de uma missão mais abrangente e eficaz. Por isso sentimos necessidade de:
- uma nova interação entre os secretariados gerais dos nossos Institutos, considerando a JPIC, para todos os efeitos, parte integrante do secretariado da evangelização;
- uma maior descentralização administrativa, a partir dos conselhos continentais como instrumento de assessoria dos secretariados e da direção geral;
- um maior envolvimento dos centros de reflexão teológica a nível continental, de modo a ajudarem a contextualizar e a aprofundar os nossos compromissos na promoção da Paz, Reconciliação, Justiça Ambiental e Social;
- uma consistente inclusão dos temas da promoção da Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental na formação de base e dos próprios formadores;
- uma maior interação a nível da Família Comboniana, nomeadamente na reflexão e preparação conjunta da nossa participação nos próximos Fórum Teológico e Fórum Social Mundial em março de 2013, em Tunes (Tunísia);
- uma manifesta disponibilidade das direções gerais dos nossos Institutos em apoiar o próximo Fórum Social Comboniano em março de 2013, na Tunísia.
Algumas propostas de animação
- Para que a promoção da Paz, Reconciliação, Justiça Social e Ambiental se afirme como dimensão essencial da missão comboniana, inspirando a nossa evangelização, a animação missionária, a formação de base e permanente e a economia, propomos uma campanha comum que nos oriente ao longo do próximo ano de 2013. Assim, o nosso próximo encontro em Tunes seria uma boa ocasião para o lançamento oficial dessa campanha.
- Os conflitos de terra e a grilagem (land grabbing) estão a agredir os territórios e os povos de forma violenta nas nossas circunscrições dos continentes africano e americano. Já recolhemos muitas informações e alguns documentos a respeito, contudo sentimos a necessidade de aprofundar ainda mais este tema, de estudá-lo de forma comparada entre as circunscrições combonianas e de organizar a advocacy dos combonianos/as atuantes na Europa e na América do Norte.
- Reforçamos também as iniciativas interprovinciais de pesquisa, denúncia e empoderamento das comunidades sobre o tema da mineração. Apoiamos a realização de encontros temáticos sobre este assunto entre as províncias e delegações mais afetadas por essa agressão.
- Recomendamos, enfim, atenção e estudo a respeito do grave problema da privatização da água e dos conflitos daí decorrentes, que afetam de modo global o mundo inteiro. Será um dos maiores desafios das próximas décadas, afetando diretamente a todos os povos, e em especial os mais pobres e os excluídos.
Com a certeza de que Comboni e a sua coragem profética nos confirmam nestes caminhos de promoção de Paz, Reconciliação e Justiça Social e Ambiental, queremos como Família Comboniana encontrar de novo as pessoas de fé e os movimentos sociais no Fórum Teológico e no Fórum Social Mundial de 2013.
Rio de Janeiro, 20-25 de Junho de 2012
Nome dos Participantes do FCIC e respetiva proveniência:
Ir. Antonio Soffientini (Brasil Nordeste – BNE)
P. Arturo Bonandi (Brasil Nordeste – BNE)
P. Claudio Bombieri (Brasil Nordeste – BNE)
P. Dario Bossi (Brasil Nordeste – BNE)
P. Domingos Sávio de Oliveira (Brasil Nordeste – BNE)
P. José Manuel Guerra Brites (Brasil Nordeste – BNE)
P. Juan Manuel Rodríguez Martín (Brasil Nordeste – BNE)
P. Justino Martínez Pérez (Brasil Nordeste – BNE)
P. Adriano Zerbini (Brasil do Sul - BS)
P. Alcides Costa (Brasil do Sul – BS)
P. Dunn Álvarez Henry Oswaldo (Brasil do Sul – BS)
P. Joaquín Manuel Sánchez Macías (Brasil do Sul – BS)
P. Martinho Lopes Moura (Brasil do Sul – BS)
P. Massimo Ramundo (Brasil do Sul – BS)
P. Robinson de Castro Cunha (Brasil do Sul – BS)
P. Jaime Roberto Dubón Chávez (Delegação da América Central – DCA)
P. Juan Armando Goicochea Calderón (Peru/Chile – PE)
P. John Michael Converset (Província Norte-americana –NAP)
P. José Manuel Baeza Gama (Província Norte-americana –NAP)
P. Daniele Moschetti (Sudão do Sul – SS)
P. Herivelto de Sousa Marques (Moçambique – MO)
P. Alessandro Zanotelli (Itália – I)
P. Arlindo Ferreira Pinto (Curia – Itália)
P. Fernando Zolli (Itália – I)
P. John Robert Anthony Clark (London Province – LP)
P. Josef Altenburger (Alemanha – DSP)
P. Robert Turyamureeba (Alemanha – DSP)
Irmã Olga Estela Sanchez (Brasil – SMC)
Irmã Loreta Dalla Stella (Brasil – SMC)
Irmã Caterina Ingelido (Brasil – SMC)
Sr. Danilo Chammas (Leigo do Brasil Nordeste – Justiça nos Trilhos)
Sr. Raffaello Zordan (Leigo da Itália – revista Nigrizia)
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